Governo se prepara para liberar R$ 65 bilhões para combater o desemprego

Você sabia que existe um estudo para lançar um pacote de combate ao desemprego que envolve a liberação de ate R$ 65 bilhões para empresas? Esse dinheiro viria da liberação dos chamados “depósitos recursais”, valor que as companhias precisam reservar junto à Justiça do Trabalho para recorrer de ações trabalhistas.

 

Quando a reforma trabalhista entrou em vigor me 2017, houve uma flexibilização dessa garantia e o depósito pode ser substituído por seguro garantia judicial ou fiança bancária. A ideia aqui em estudo é permitir essa flexibilização para o estoque de recursos anteriores à reforma trabalhista.

 

Após selar um novo acordo automotivo com a Argentina, Paulo Guedes, ministro da Economia, relatou que o governo prepara um pacote de medidas para tentar aquecer o mercado de trabalho. Uma das iniciativas envolve reduzir encargos trabalhistas, por exemplo, já que os encargos trabalhistas e sociais duplicam o custo da mão de obra. Essa medida daria um fôlego extra ao setor produtivo, enquanto o governo não consegue por em prática seu plano para garantir um “choque de emprego” através da desoneração da folha de emprego.

 

A equipe econômica também está avaliando ações para qualificar 4,4 milhões de desempregados, uma vez que o desemprego avança 13% em um ano mesmo entre os mais qualificados. A ideia é que os trabalhadores tenham acesso a “vouchers” para participar de cursos de qualificação. O emprega + deve custar cerca de R$ 8 bilhões ao longo dos próximos 4 anos.

 

A fórmula ainda está sendo elaborada, mas além de um programa aberto para todos, a equipe também estuda uma medida para lidar com o desemprego de longa duração. Segundo os dados mais recentes do IBGE,  hoje o Brasil tem 12,7 milhões de desempregados. Desse total, 3,3 milhões estão em busca de uma vaga há dois anos ou mais. Devido a crise, 3,4 milhões de brasileiros fazem bico para sobreviver.

 

Ao esforço para melhorar os programas de qualificação seriam adicionadas outras medidas, como por exemplo, uma reformulação do Sine, sistema de vagas oficial do governo.

 

Todas essas medidas estão sendo encaminhadas ao ministro da Economia, Paulo Guedes, e estão sendo analisadas a fim de serem apresentadas todas em um único pacote.

 

Uma das promessas da campanha do governo Jair Bolsonaro é diminuir o desemprego, mas a economia está se recuperando muito lentamente e os dados ainda não mostram uma reação do mercado de trabalho.

 

A taxa de desemprego recuou para 11,8% em julho, mas o emprego informal chegou ao ápice, atingindo 41,3% da população com algum tipo de ocupação.

 

O Brasil vive seu ciclo mais longo de aumento de desigualdade de renda.

 

 

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FAQ

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